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Essa semana foi publicado meu artigo na revista Gazeta Regional, nele enfatizo que novembro é o mês do empreendedorismo feminino.

Confira abaixo o artigo na integra:

Empreender no Brasil é um grande desafio diante de tamanha oscilação do mercado, falta de apoio do governo, enfim, uma infinita lista que todos os dias empreendedores de todos os gêneros precisam enfrentar para permanecerem no mercado. Mas esse mês o foco é a mulher empreendedora, audaciosa e sonhadora que entrou no empreendedorismo por duas vias, pela dor (empreendedora por necessidade do sustento próprio e sua família) ou pelo amor (perfil que geralmente se preparou para exercer a profissão dentro do próprio negócio e consegue muitas vezes imaginar sua empresa no futuro).

Ambos os perfis de empreendedoras podem ter sucesso desde que estejam dispostas a buscar a conhecimento, desenvolver uma equipe de alta performance, treinar e formar novos líderes, implantar processos eficazes para que a empresa possa funcionar sem que você esteja 100% na operação. Um dos grandes desafios das pequenas e médias empreendedoras é saírem da operação, estão quase sempre na parte operacional, gastando energia e travando muitas vezes o crescimento da empresa. Venho observando cada vez mais um desgaste emocional em muitas mulheres empreendedoras durante anos o foco foi a empresa e hoje olham para as suas vidas pessoais, saúde e lazer e se sentem insatisfeitas. É o que chamo de síndrome da Mulher Maravilha, querem ser perfeitas em todos os aspectos da vida, a grande descoberta é que a perfeição não existe, estamos todas em uma jornada de constante crescimento e evolução aceitas que talvez o que fez sentido há três anos atrás, hoje não faz mais, o que estamos vivenciando, também não faça daqui a um ano, por exemplo. É preciso buscar a felicidade e bem-estar diariamente em nossas atividades, buscar prazer pelo trabalho e carreira, sentindo-se e fortalecendo-se diariamente.

Grande abraço,

Priscila Guskuma

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